ITANHAÉM, A AMAZÔNIA PAULISTA

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

CAÍCO, O PESCADOR. PERSONAGEM E PROTAGONISTA DE ITANHAÉM: A NATUREZA QUE RECEBE, CRIA E ENSINA; A GENTE, QUE AMA TANTO.

     Caíco, meu amigo pescador, Carlos Alfredo ou Carlos Nóbrega, no perfil do Facebook. Perfil que é seu cartão de visitas, com a Praia da Saudade ao fundo - aquela referida na Trilha do Morro Sapucaitava⇙, bem no centro da cidade.

     Veio para Itanhaém pequeno, com os pais, e há 23 anos labuta no Tribunal de Justiça. Funcionário da Administração, seu hobby é pescar. Pescar e navegar pelas trilhas de águas abundantes que Deus nos deu.

     Para pescar é preciso técnica, que Caíco foi...

















     Caíco, meu amigo pescador, Carlos Alfredo ou Carlos Nóbrega, no perfil do Facebook. Perfil que é seu cartão de visitas, com a Praia da Saudade ao fundo - aquela referida na Trilha do Morro Sapucaitava⇙, bem no centro da cidade.

     Veio para Itanhaém pequeno, com os pais, e há 23 anos labuta no Tribunal de Justiça. Funcionário da Administração, seu hobby é pescar. Pescar e navegar pelas trilhas de águas abundantes que Deus nos deu.


     Para pescar é preciso técnica, que Caíco foi aprendendo com o tempo, desde quando tinha seis anos, garotinho de calças curtas.

     Aprendeu a arte com os caiçaras, pescadores da cidade e profissionais da pesca (claro, né?)

     Para pescar é preciso, além de técnica e sorte, que também o tempo ajude. Agora, inverno, tomados de frio, os peixes se escondem nas águas profundas, para se safarem da friagem.

     Um solzinho que aparece já dá pra colocar o barco na água e atirar a linha. É a vida que sorri para a luz.

     O solzinho que aparece mesmo nos dias invernosos, de veranico. Muitas das imagens aqui publicadas são fotografias tiradas hoje pela manhã (melhor, madrugada), quando ainda havia névoa. Programa bem família: Caíco, o pai, seus dois filhos e o mundão de Deus.




     Com linhada mesmo pescou sempre, de modo artesanal. Hoje, sai de molinete e carretilhas, e pesca muito.

     História de pescador - que seja, se pescador é! -, há dois anos pescou tanto que até deu e vendeu. Vendeu aos montes para um nosso colega, sócio no restaurante Caçula. Ano bom, de fartura. 



     Robalo, peixe de carne saborosa, tão bom quanto valorizado, na época a R$ 20,00 o quilo. Em São Paulo não se paga menos do que R$ 45,00.

     O bom mesmo não é nem o vender, mas o puxar os peixes da água. O pescar. A emoção.

     Caíco pesca. Pesca e sonha o sonho do pescador, cada vez mais difícil de ver em escala melhorada na qualidade, por conta da pesca predatória, feita de rede e ganância. Rede que carrega os produtos pequenos, às centenas, para o abandono e a podridão. Promessas descumpridas.


     Pescador vivente e crente na fartura que o respeito traz, jamais se serve de peixinho ou aquilo que para o prato não sirva. Puro pecado e desperdício: "Volte às águas! Vai embora! Eu volto pra te buscar."



     Volta, mesmo, e leva à mesa, dividida com a bela e jovem mulher mais o filho, que assim menino como ele já ama as águas de Itanhaém, bem as salgadas e revoltas, bem as doces e tranquilas.


     Se hoje pesca nas (todas possíveis) horas vagas, seu sonho é (Ah! Se ganhasse um dinheiro na loteria!) viver em cima do barco o dia inteiro, percorrendo o Itanhaém, seus afluentes e o mar, em estiradas pelas correntezas ou no galope das ondas. 


     Sentir a liberdade respingada de sal, sol e lua. Nem importaria ganhar menos: seria tão bom ter o tempo livre para deslizar sossegado em cada dobradura de tantos rios, de tantas ondas!  


     Antigamente Caíco guardava seu barco na casa de amigo, a passos da margem do Itanhaém - aquele que desemboca no grande mar. 

     Casa arranjada para barcos e apetrechos, de um e outro, a depender quase só de escorregada para o navegar, já na Boca da Barra. Foi que foi até um dia o parceiro partir.


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     A viúva, sem interesse em manter duas casas - morava em outra, sua, também - aceitou a oferta e o Caíco, que também tinha morada própria, comprou a casinha, em suaves prestações.

     O inverno logo acaba e todos os dias serão dias de peixe, bons para acordar às cinco da manhã e sair largado, pelos rios acima e abaixo.

     Até que se aposente, volta na hora apertada e veste a muda de roupa colocada de jeito, para zarpar, não para mais um passeio de barco, mas para o trabalho. Como hoje. Até lá, até que se aposente. A vida espera.

     Ou até que Deus o favoreça com um prêmio bom. Bom para seguir seu sonho de pescador. Pescador com consciência, fique observado.

     Então Caíco, meu amigo pescador - dos bons -, relata passagens de sua história de amor por Itanhaém, a cidade de tantas histórias e vidas entrelaçadas, brilhantes de sol e molhadas pelos respingos da chuva, da maresia e do sereno ou das águas de seus rios exuberantes:


               "Cheguei em Itanhaém vindo do Vale da Ribeira, com seis anos, em 1974. Desde criança me apaixonei pela cidade. Aprendi a nadar nestas águas, a surfar e a pescar.
               Tem a época boa para a pesca do caranguejo: desde criança eu e outros colegas, uma vez ao ano, entramos nos mangues à procura dos maiores, só a quantidade para comer; a época do coquinho azedo; do coquinho "babão"; do ananá para xarope etc.Tudo herdado da convivência com os nativos de Itanhaém. 
               Há os pontos turísticos de beleza natural, de fácil acesso, e outros que só por poucas pessoas podem ser acessados, pelos que se aventuram a saber das cachoeiras na Fazenda Mambú e na Fazenda Água Quente; das matas do Rio Branco, com suas casas abandonadas da época da banana; das tribos; dos bananais; dos Rios Preto e Aguapeú e suas águas escuras: navegar nessas águas é uma verdadeira aventura.
               No Rio Tambutica encontramos às suas margens casas abandonadas, máquinas e trilhas da época da banana, muitos pomares em meio à mata.
               No mar, as ilhas e parcéis (onde os peixes ficam escondidos) conhecidos e outros que poucos sabem. 
               Sempre no mar e rios, apreciando as belezas naturais da nossa cidade."

                    Esteja em paz, Caíco, meu amigo, na graça de Deus, com as bênçãos de um lugar tão lindo. 

Texto publicado com a autorização do protagonista que, a seu gosto e a qualquer tempo, poderá inserir novas fotografias, alterar o texto e reproduzi-lo, no todo ou em parte. Só ele. 


Escreva, comente. Se para elogiar, obrigada. Mas posso ter pecado e truncado o texto, cometido algum erro ou deslize (não seria a primeira vez). Comentando ajudará a mim e àqueles que lerão o texto depois de você. Culpa minha, eu sei. Por isso me redimo, agradeço e tentarei ser melhor, da próxima vez. 


 Obrigada pela visita!

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 


Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

Para pescar lo que necesita , así como la técnica y de la suerte , que también ayuda el tiempo . Ahora , el invierno, en frío, la piel de peces en aguas profundas , para escapar del frío. Un bronceado que aparece da ahora a poner el barco en el agua y tirar la línea . Es la vida que sonríe a la luz.
To fish you need , as well as technical and luck, that also time help . Now , winter , taken cold , the fish hide in deep water, to get away from the cold weather.A tan that appears now gives to put the boat in the water and throw the line. It is the life that smiles at the light.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. O MEU? DA CIDADE GRANDE PARA A PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

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